sábado, 17 de abril de 2010

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

Descobre o verde Videos at YourDiscovery.com

domingo, 11 de abril de 2010

RECEBI ESTE E-MAIL E ACHEI INTERESSANTE.


O fundo da folia na área do Farol da Barra...

DEPOIS NOS LAMENTAMOS QUANDO A NATUREZA RESPONDE VIOLENTAMENTE.
O fundo da folia
Em 5/03/2010, publicado por Fabiano Barretto. Categoria: Bernardo Mussi, Featured Articles, Green Wave | 7 responses

Ao invés de estarem pulando ao som frenético e ensurdecedor dos trios elétricos, os foliões do fundo do mar estavam rolando de um lado para o outro, em mórbida coreografia de um mar s u focado, sem dança, alegria, vida ou poesia.



Dez dias após o carnaval, resolvi mergulhar com dois amigos, na área do Farol da Barra. Pude ver uma quantidade absurda de lixo espalhada pelo fundo do mar naquela área.




Mesmo com a água um pouco suja, devido às chuvas do dia anterior, logo identificamos o local. Na verdade o lixo não estava espalhado, mas concentrado em um canal, provavelmente em razão do movimento das marés. Uma cena lamentável! Eram pelo menos mil e quinhentas latinhas metálicas e garrafas plásticas.



Da superfície, o visual parecia os blocos de carnaval que vemos durante a festa momesca.




Assustados, decidimos não retirar o material naquele dia, na esperança de tentar sensibilizar algum veículo de comunicação, para fazer uma matéria com imagens subaquáticas. A intenção era compartilhar aquela agressão carnavalesca com nossa população e os donos da folia.



Fizemos contato com pelo menos três emissoras, e todas pediram que enviássemos e-mails com fotos, o que fizemos imediatamente. Aguardamos respostas por dois dias e como não tivemos qualquer retorno, optamos por retirar o lixão de lá para evitar maiores danos.





A bem da verdade, estávamos super desconfortáveis com nossas consciências, por termos testemunhado aquela cena e deixado para resolver o problema dias após. Mas tínhamos que tentar a matéria para que a ação não se resumisse somente à coleta do material.






Tínhamos em mente que a repercussão sensibilizaria os empresários e artistas do carnaval, os órgão públicos, a imprensa, as empresas financiadoras e nossa gente. A tentativa foi boa, mas não rolou…



Fomos, então, no terceiro dia após o primeiro mergulho, retirar o material. Antes, porém, fiz questão de chamar um amigo que tem uma caixa estanque, para filmarmos a ação e guardarmos o documentário visando trabalhos futuros e até mesmo a matéria que queríamos na TV.



Sem cilindro de ar e contando apenas com duas pranchas de SUP (Stand Up Paddle) e alguns sacos grandes, éramos quatro mergulhadores ousados retirando do fundo do mar tudo o que podíamos naquela tarde.







Pouco antes de o sol se pôr conseguimos finalmente colocar todo o lixo na calçada.

Muitos curiosos, inclusive turistas, olhavam intrigados a nossa atitude e a todo o instante nos questionavam sobre a origem daquele resíduo. A resposta estava na ponta da língua: Carnaval!



Vou logo informando aos amigos leitores que não sou contra o carnaval, muito pelo contrário, sou fã por diversos motivos, mas acho que a realidade da festa não guarda a menor relação com as belíssimas cenas, as informações rasgadas de elogios e a excessiva euforia amplamente divulgada pela mídia.

Sei que o comprometimento com os patrocinadores e aquela velha guerrinha de vaidades contra os carnavais de outros estados como Pernambuco e Rio de Janeiro, acabam conspirando para isso. Mas vejo aí um modelo cansado, super dimensionado, sem inovações socialmente positivas e remando na direção oposta ao desenvolvimento sustentável da nossa cidade.

Aquele lixo submarino é um pequeno sinal deste retrocesso. Pior, patrocinado solidariamente pelos grandes empresários, artistas e principalmente pelo poder público que tem o dever de melhorar nossa segurança, nossa saúde e educação.







Aproveito o embalo para incluir indignação semelhante sobre os eventos realizados na praia do Porto da Barra durante o verão.

O “Música no Porto” e o “Espicha Verão” não tem trazido nada de bom para nossa cidade, além da oportunidade de vermos ótimos artistas de perto e de graça. De resto, o lixo, o mau cheiro, a degradação ambiental, o xixi pelas ruas, a impressionante quantidade de ambulantes amontoados por todos os espaços públicos e a agressão aos patrimônios históricos, são um grande “pé na bunda” do turista de qualidade.








É o mesmo que olhar para uma bela maçã com a casca brilhante e aspecto suculento, porém, apodrecida por dentro…

Naquele final de tarde acabamos contemplando um por do sol diferente. O monte de lixo empilhado na calçada do Farol da Barra virou atração. E como Deus é grande, fomos brindados com a presença de valorosos catadores de rua para finalizar a limpeza.



Desta ação, além das ótimas imagens documentadas em vídeo, resta rezar para que os donos do carnaval, dos eventos no Porto da Barra e nossos queridos foliões se toquem que algo tem que mudar.



O fundo do mar não merece aquele bloco reluzente e, ao contrário do asfalto, o oceano costuma revidar violentamente as agressões sofridas.

Não tem alegria alguma no fundo da folia!










--
"Seja a mudança que você quer ver no mundo." Mahatma Ghandi



--

sexta-feira, 9 de abril de 2010





Projeto

1-PREPARANDO A TERRA: DESPOLUINDO AS ÁGUAS EM DIADEMA, ATRAVÉS DA RECICLAGEM DO ÓLEO DE COZINHA PARA TRANSFORMÁ-LO EM BIODIESEL.

2-Semeando os corações: Neste projeto os atores envolvidos serão os professores, coordenadores, diretores, alunos (fundamental e médio, compreendendo a faixa etária entre 11 aos 18 anos), a comunidade do Jardim Dos Eucaliptos e a empresa receptora Bioauto.

3-Rompendo a terra com o Broto: A escola estadual José Fernando Abbud está inserindo em uma região de manancial o da represa Billings que abastece a população do ABC e São Paulo. Essa área de proteção de manancial corresponde ao bairro do Eldorado, uma parte do Bairro Inamar e Serraria, Segundo o engenheiro da Saned Jorge Kiyoshi Massuyama a Saned está coletando 84°/ do esgoto de Diadema com rede coletadora de esgoto.

4-Alimentando as folhas: A escola estará fazendo sua parte de conscientização dos alunos através do recolhimento correto do óleo de cozinha e encaminhará para a empresa de coleta Bioauto para transformá-los em combustível limpo, BIODIESEL, é um combustível renovável, biodegradável e ambientalmente correto. Ao invés desse óleo ser jogado na pia da cozinha e ir parar no esgoto doméstico e poluir as águas dos córregos e rios da região . São cinco as importantes vantagens adicionais do óleo diesel vegetal sobre o óleo diesel do petróleo, que diferentemente do óleo mineral, o biodiesel não contém enxofre, é biodegradável, não é corrosivo, é renovável e não contribui para o aumento do efeito estufa.

5-Florescendo em cores: Planejamento cronograma

O projeto se iniciará em março com a conscientização dos alunos através de palestras da empresa Bioauto e entrega de panfletos.

Em março começa o recolhimento do óleo de cozinha.

Espaço de atuação.

Escola Estadual José Fernando Abbud localizado na Avenida Afonso Monteiro da Cruz, Serraria Diadema,São Paulo –tel:4048-2363

Potencial humano que irá executar a ação

-Direção e coordenação

-Professores

-Alunos e comunidades

-Empresa coletora Bioauto

Recuso Financeiro: ainda não calculado

-Infra Estrutura

-Pátio da escola

OBS pode ser mudado de acordo com a disponibilidade.

-Estratégia a serem usados

-Reuniões em grupo com professores

-Aula expositiva

-Palestra

-Estudo do meio

Bibliografia

Senra,Ronaldo; Sato, Michele; Oliveira, Herman. Processo Formador em Educação Ambiental a Distância: Educação Ambiental. Projeto Ambiental Escolar Comunitário-,UAB, UNIFESP, 2009.

Massuyama,Jorge Kiyoshi. Saned cumprindo com sua responsabilidade na despoluição da Represa Biliings em Diadema. Disponível em www.semasa.sp.gov.br/Documentos/Publicar_Internet/trabalhos/trabalho_150.pdf

Parente, Expedito José de Sá.Biodiesel: Uma Aventura Tecnológica num País Engraçado.Disponível em http://www.balcom.org.br:8080/trade/upload/1189381129469503743.pdf

CRONOGRAMA


--------------------- Cronograma do Projeto ----------------------
Etapas/ atividades ---------Meses--------------------------------
-----------------Mar-----Abr----Mai----Jun-----Jul------Ago------Set-----Out-------Nov-----Dez
1ª -----------X-------X------------------------------------------------ --------------------------------------
2ª --------------------X-------------------------------------------------------------------------- ---------------
3ª -------------------X----------------------------------------------------- ----------------------------------
4ª ------------------ X--------------- --------------------------------------------------------------------------
5ª -----------------------------X----------------------------------------- -------------------------------------
6ª ----------------------------X--- X ---- X -- X -- X -- ---------------------------
7ª ------------------------------------------------------------------ X --- X-------- -----X-
8ª ----------------------------- X ---- X -- X -- X -- X -- X -

Descrição das etapas/ atividades: 1ª – Elaboração do Projeto e preparativos iniciais; 2ª – Estabelecimento de parcerias; 3ª Sensibilização dos Gestores, professores e funcionários; 4ª Sensibilização da Comunidade; 5ª Palestras na Escola; 6ª Desenvolvimento das ações e atividades previstas no Projeto; 7ª Divulgação dos resultados; 8ª Avaliação do Projeto.

CONCLUSÃO

Este projeto final em Educação Ambiental, Este projeto tem como objetivo despertar a conscientização dos alunos, professores, funcionários, e comunidade em geral da Escola Estadual Professor Jose Fernando Abbud, a respeito da conservação do meio ambiente.Enriquecendo o currículo da escola, promovendo o interesse e participação do projeto incentivando os alunos no hábito da Educação Ambiental, reduzindo o despejo do óleo de cozinha nos rios e reutilizá-lo como biodiesel. para transformá-los em combustível limpo, BIODIESEL, é um combustível renovável, biodegradável e ambientalmente correto.

O descarte do óleo de cozinha nas tubulações pode gerar graves poluições ambientais como a contaminação da água e morte de animais aquáticos.

Nós professores como educadores devemos ajudar nossos alunos a iniciar a educação Ambiental, uma educação que é crítica e ideológica em prol de um mundo melhor,começando pelo local para chegarmos ao global.